domingo, dezembro 28, 2008

Minha alma é de uma revelia torpe, faço desaguisados imensos; é imenso meu amor. Amo pela beleza e sutileza; todavia, o menosprezo é copioso. Comentam que sou pusilânime, não duvido e nem cogito o contrário; falo-lhes: estou enfadado. Tamanho suplício, tamanha tristeza. Se hoje meus olhos marejam é pelo sorriso de outrora. Um sorriso cativo e puro; umas mãos pueris; alguns trejeitos burlescos e sublimes; uma tontura deleitosa. Não olvidarei, deixo para o porvir; certamente, motivos mediocres explicariam: atribílis.

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