sábado, setembro 12, 2009
quinta-feira, setembro 10, 2009
E como todo o dia era do sacríficio, dessa vez mudou; sentou-se na cama, fechou os olhos e pensou naquele amor que lhe arrebataria. Sem muito esforço estava entorpecido e no ar um cheiro doce, o cheiro que outrora lhe enchia o peito e deixava-o extasiado. Como poderia ser mais forte, seu sentimento era agudo, seu conhecimento muito diminuto. Achava-se tacanho, era um sujeito para bater em concreto. Tinha o descrédito de toda a família e um bem certo não conhecia. Várias virtudes, mas nada eminente. Gostaria de um dia, um dia de alegria plena, onde repousaria. Nada de asilos estranhos.;/.,mjnhghjklç
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